quinta-feira, 10 de abril de 2008

O Bailinho .
Porque sou eu. Em carne e delírio.
Tudo que ficou. Muito do que vazou.
O engano e o desacerto, de contas.
Godot nem chegou, e a gente dançou.
Coladinho, dichavadinho e de olhinho fechadinho
Alguém procura o par do seu all-star, conchinha
Outros fazem suruba na sala de estar, sozinha
Muitos dançam de olhos fechados
E se o dia ...
Dizem até que vermelho é cor da vez.
Ano de marte ou seria mercurio?
pelo menos segunda eu me cuido
Nesse baile tem dj que nao é dj, e dj pra todo lado.
Tem drinks incriveis mesmo, mas meio caros.
Mudernos e suas ironias afáveis.
Gente bonita que faz feio, e gente feia que arrebenta.
Tem gringo meio perdido e amigos que se acham.
Amigos que ganho e outros que nao perco por nada.
Dionisio, Baco e até a luana piovani apareceu.
Lugar pra sentar, pra conversar, dancar e logo ali se banhar.
E tem o amigo de vcs, sem medo algum do ridiculo, mixando saltimbancos com cindy lauper. Mush up`s, bootlegs, ou simplesmente uma bela farofa de banana. E chicletes a granel.
Coisa cabeça e musica pop. e vice e versa.
Vale tudo. Até homem com homem, e mulher com o que vier.
Nesta que virou a micareta cult do verao, em pleno outono.
Algo entre Héééércoviti e watúsi.
Ah, Fabio… e os nossos 20 e poucos anos…!!
Saudades? Nao. baile, mesmo. O antigo mingau.
Uma juke box pros seus anseios quase secretos.
E se o dia nao acabar amanha
Faça com que eu me acabe hoje!
boa viagem.
(R.)

2 comentários:

Milane Miranda disse...

Lindos.....

Tu...

.... e o texto!!

Mari disse...

Concordo.
:P

(Ah, sem paranóia, vai!)